quarta-feira, 14 de outubro de 2009

The Orphan

Depois da perda de um dos seus três filhos, John (Peter Sarsgaard) e Kate (Vera Farmiga) resolvem adoptar uma criança. Mesmo depois de alertados das dificuldades de se adoptar crianças já crescidas, a aparente maturidade e carisma de Esther (Isabelle Fuhrman) conquista-os de imediato. Quando levam Esther para casa, uma série de eventos começam a acontecer o que leva Kate a pensar que se passa algo de errado com a rapariga.
[por Ana]In "CinemaPTGate"

Tenho que começar por dizer que estamos perante um filme soberbo, o argumento é muito inteligente nunca deixando antever o climax final.
São 2 horas sem fôlego à espera do que vai acontecer a seguir, as personagens e respectivas interpretações estão ao nível do filme, tendo que destacar, obviamente, o papel de Isabelle Fuhrman como Esther que, com doze anos, consegue uma interpretação muito acima da média.
Quanto ao realizador Jaume Collet-Serra, podemos destacar o seu remake de 2005 de "House of Wax" (com Paris Hilton!!), contudo acho que os créditos deste Orphan têm que cair directamente nos escritores David Johnson (argumentista) e Alex Mace (história).
Uma viagem alucinante que, certamente, lançará Collet-Serra numa qualquer super produção futura.
De 0 a 10 dou-lhe nota 9.

PS. Rita, corre para veres o filme pois não sabes o que perdes se não o fizeres...


4 comentários:

P. Moai disse...

parece-me muito bom, tenho que ver.

Obrigado por esta (e outras) dica(s).

Pacadifam disse...

Moai,
Vê que vale mesmo a pena, depois passa por aqui e deixa a tua opinião, gostava de ter algumas opiniões deste filme.

Anónimo disse...

Olá outra vez!
Pois é, tal como tu, também eu acabei por ir ver o filme nessa mesma noite. E gostei. Mais uma vez, não é aquele terror de meter muito medo, portanto quem vai com essa ideia... Esqueça.
Mas está bem construído, sobretudo porque a rapariga faz cada uma! Naquela cena das flores (quem viu sabe do que estou a falar) até me caiu o queixo. Ela consegue ser mesmo má!
O final surpreendeu-me. Não sei é se foi pela positiva... No fundo, eu já tinha apostado que ela tinha 300 anos ou que tinha morrido no fogo e aquilo era um espírito. Mas não, nada disso.
Vale a pena ver! :)
Rita

Pacadifam disse...

Rita,
Ainda bem que foste ver. Realmente o cerne do filme são as "maldades" que Esther vai fazendo.
A cena das flores faz-nos estourar de ódio, principalmente quem é pai.
Bons filmes,