terça-feira, 29 de junho de 2010

ADEUS PORTUGAL...

poderia aqui fazer uma dissertação acerca de todos os erros cometidos pelo nosso treinador e pela falta de qualidade do nosso jogo, com exepção do Fabuloso Eduardo e do super esforçado Fábio Coentrão, mas prefiro dizer simplesmente adeus Portugal... vemo-nos no Europeu (ou não).

Já agora FORÇA BRASIL...


Micmacs A Tire-Larigot


Um estranho grupo constituido por diferentes e inigualáveis personagens, estrutura um fabuloso plano para desmascarar dois poderossísimos fabricantes de armas.

O novo filme de Jean-Pierre Jeunet que, mais uma vez, consiste num belo filme com uma caracterização e uma fotografia únicas, bem ao estilo de Jeunet (Amélie, Alien: Ressurection, Delicatessen).
A trama é engraçada e com um desenrolar fluido destacando sempre as características individuais de cada uma das personagens, tão diferentes mas que formam uma equipa unida que consegue sempre atingir os seus objectivos.
Deixe-se levar por mais uma história de encantar de Jeunet, um conto de fadas maravilhoso com um toque tão especial.



quinta-feira, 17 de junho de 2010

La Horde


Como forma de vingança pelo assassinato de um dos seus colegas, quatro policias partem numa viagem de violência, para um edifício que serve de refúgio para aos membros do gangue responsável pelo assassinato. Quando se encontram presos no edifício, e prestes a serem executados, sucede o inimaginável: uma horda de criaturas sedentas e canibalescas invade o edifício, atacando todos os que encontram.

Mais uma pérola do novissímo cinema de terror francês, desta vez a abordagem é ao tão batido mundo zombie, mas, penso, que temos sempre lugar para mais um filme de zombies na nossa mente.
A trama não se centra nos zombies mas sim nas relações interpessoais das personagens, os zombies surgem pura e simplesmente sem nunca ser nomeada a sua fonte.
As actuações são convicentes e as personagens extrapoladas ao limite dos estériotipos gangster e polícia.
Apesar de não ser um filme que nos deixa sem fôlego, cumpre bem o seu papel e é mais uma prova de que o cinema de terror francês veio para ficar.
Quanto a mim tento não perder um filme de terror francês, pelo menos dos quais vou tendo conhecimento pois, infelizmente, estes nunca fazem parte do cardápio de filmes de terror que têm honras de sala de cinema em Portugal.

domingo, 13 de junho de 2010

The New Daugther

Um pai escritor e os seus dois filhos (uma jovem e um menino) mudam-se para uma nova casa, depois do abandono da mãe.
Após a descoberta de um monte de terra, supostamente um local antigo de sacrifícios, a filha começa a mudar de atitude progressivamente... até onde vai um pai para salvar a sua filha...

A surpresa surge ao olharmos o poster do filme: Kevin Kostner num filme de terror!!! só por isso tem que ser visto.
Depois de vermos o filme arrependemo-nos da expectativa criada, é muito enrolanço junto num só filme para uma conclusão desastrosa. A história é muito simplista e nunca procura uma viragem que nos leve a encarar o filme de outra forma, torna-se numa visão lenta de uma trama pouco exitante.
Nada de suspense a sério, efeitos especiais, cenas fortes, népia...
Aproxima-se de um filme do mercado televisivo sem qualquer mais valia garantida.
Kevin Kostner à deriva num papel que lhe exige muito pouco.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Citações


"Sono, essas pequenas fatias de morte, como eu as odeio"

Edgar Allan Poe

Wolfman

A infância de Lawrence Talbot (Benicio Del Toro) terminou na noite da morte da sua mãe. Após deixar o adormecido vilarejo Vitoriano de Blackmoor, passou décadas a tentar recuperar e esquecer o sucedido. Mas quando a noiva do seu irmão, Gwen Conliffe (Emily Blunt), o procura para a ajudar a encontrar o seu amor desaparecido, Talbot regressa a casa para ajudar nas buscas. Descobre, então, que algo de força bruta e sedento de sangue tem vindo a matar os aldeãos e que um desconfiado inspector da Scotland Yard chamado Aberline (Hugo Weaving) foi chamado para investigar o caso. Quando as peças começam a formar o terrível puzzle, Talbot ouve falar de uma maldição antiga que transforma os desesperados em lobisomens aquando da Lua Cheia. Agora, de modo a parar a chacina e proteger a mulher que ele aprendeu a amar, Talbot tem de matar a maligna criatura que se esconde nos bosques que circundam Blackmoor. Mas enquanto procura o terrível monstro, um simples homem com um passado atormentado irá revelar um lado primitivo… que nem imaginava existir.

Apesar de muitas críticas negativas gostei do filme, tem dois factores de elevada qualidade: as actuações e a fotografia, Benício Del Toro, Anthony Hopkins e o retracto de época conseguem convencer.
Obviamente estamos perante um tema "careca" de tanto uso, o que pesa contra o filme apesar de toda a parafrenália dos efeitos especiais, que por vezes fazem lembrar o velhinho "An American Werewolf..." do mestre John Landis.
Gostaria de salientar que, mais uma vez, estamos perante um género de filme que tenta reavivar glórias passadas, definitivamente a imaginação abandonou Hollywood, será que os argumentistas continuam a reinvidicar melhores vencimentos!!!
Um filme que merece ser visto.