domingo, 26 de setembro de 2010

Machete

Após Machete se envolver com um traficante de drogas (Steven Seagal), aceita uma oferta para cometer um assassinato. O Dr. Benz (Jeff Fahey) contrata o assassino para matar um senador corrupto (Robert De Niro). Machete vê-se assim envolvido numa armadilha.

Este filme tem uma origem como nenhum outro, nasce de um trailer falso que integrava o projecto Planet Terror de Robert Rodriguez.
Um filme que vem no seguimento do reviver do género Grindhouse, não deixando os seus créditos por maus alheias: violento, com sangue a salpicar o ecra, com efeitos especiais manipulados para o estilo GrindHouse.
Destaque para o cartaz de actores, com nomes tão variados quanto a sua qualidade de actuação.
É sempre bom ver um filme delirante de Rodriguez, pois podemos contar com algumas cenas surpreendentes e fora do comum...




domingo, 12 de setembro de 2010

Frozen

Dan, a sua namorada e o seu melhor amigo passam um fim-de-semana na neve. Para realizarem uma última descida, à noite, sobem no teleférico acabando por ficar presos a meio da subida. Com um frio gélido acompanhado por lobos famintos será que irão sobreviver?

Olhando para o argumento podemos pensar que estamos perante um filme muito chato com muitos momentos mortos, estamos muito enganados. O filme tem muito suspense do princípio ao fim deixando-nos presos ao ecrã.
È claustrofóbico o ambiente que rodeia os actores, passamos grande parte do filme a pensar: se fosse eu e tendo em conta os recursos o que fazia?
É interessante ver um filme cujo inicio, princípio e fim ficamos logo a conhecer mas que nos consegue agarrar.
Do mesmo realizador de Hatchet de 2006, prestes a estrear a sequela.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Godkiller

O argumento diz respeito à odisseia de um jovem de 16 anos que procura, num ambiente pós nuclear, um coração novo para a sua irmã.

Este filme de animação, baseado numa BD, resume-se a um delírio visual com uma banda sonora estrondosa... é uma daquelas pérolas que podemos agradecer à Internet, caso contrário nunca... jamais a conheceriamos pois não goza de nenhuma divulgação no nosso país.

Se for um felizardo possuídor da tecnologia de som digital, este é o filme perfeito para usufruir da mesma. O grafismo é muito bom fazendo-nos entrar numa alucinação estética que faz explodir uma violência acutilante no ecrã.
A não perder.