sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

The Last Exorcism


Quando chega à quinta rural de Louis Sweetzer, no Louisiana, o Reverendo Cotton Marcus espera efectuar um rotineiro exorcismo num fanático religioso perturbado. Sweetzer contactara o carismático padre como último recurso, convencido que a sua jovem filha Nell está possuída por um demónio que deve ser exorcizado antes que a sua terrífica provação acabe numa inimaginável tragédia. Com a consciência pesada por anos a extorquir dinheiro a crentes desesperados, Cotton e o seu grupo planeiam filmar um documentário confessional deste que será o seu último exorcismo. Mas depois de chegar a esta quinta familiar manchada de sangue, depressa se apercebe que nada o tinha preparado para o verdadeiro mal que lá se encontra. Já sem poder voltar atrás, as crenças do Reverendo Marcus são agitadas até ao âmago quando ele tenta salvar Nell - e a si próprio - antes que seja tarde demais...

Ler mais: http://cinema-em-casa.blogs.sapo.pt/558915.html#ixzz19jg5G5va

Este foi, para mim, um dos maiores fiascos do ano no que concerne a filmes de terror. Andava eu ansioso e já a ter pesadelos com o filme quando, finalmente, me sentei no sofá para visualizar a obra pela qual tanto ansiava.
O princípio do filme ainda me deixou na espectativa, ao longo do filme a espectativa começou a baixar e, do meio para a frente, lá comecei a pastelar com o filme.
Medo... Cenas terroríficas... nada, o filme até podia ficar na prateleira dos "Ok, podia ser melhor mas lá se vê" mas o final estragou tudo... não quiz acreditar no que estava a ver, desilusão total, estragaram o pouco de bom que o filme tem com aquele final estúpido.
Não nos podemos esquecer que estamos perante mais um Mockumentary, stupiiiiiiddddd.
Ai que saudades do velhinho e poderoso Exorcista.
Gostaria de ver por aqui alguns comentários a este filme.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Hatchet I e II

Stay out of the swamp.

Hold on to all of your pieces.

Quando um grupo de turistas de Nova Orleães faz um passeio por um pântano assombrado, dá de caras com a lenda do homem louco e deformado, Vitor Crowley. O que se segue é uma série de cenas psicóticas, repletas de susto, de nudez e de terríveis mutilações.

O argumento acima é do primeiro Hatchet, que foi visto como sendo o reavivar dos slashers americanos dos anos 80. De certa forma concordo, pois tem todos os ingredientes da altura, rebuscados do mitíco Sexta-Feira XIII.

O argumento do segundo é super simples, apesar de se iniciar com a história do nascimento de Vítor Crowley, relata a volta ao pãntano de uma das personagens do primeiro filme, acompanhada com um conjunto de parolos armados com o intuíto de matarem Vitor Crowley.

Se o primeiro filme se vê bem, apesar de não deixar marca, o segundo é um desastre completo, do pior que já vi, algo feito à pressa cheio de cenas completamente absurdas... não aguentei o filme até ao fim de tão ridiculo.

Esperava bem melhor de Adam Green que até tem no curriculum uns filmes/curtas que gostei bastante.

Vitor Crowley está condenado ao fracasso e não pertencerá à lista dos notáveis "Matadores" como Jason Vorhees, Michael Myers ou Freddy Krueger... Vitor quê!!!